Quando eu grito de dor você me ignora,
Mesmo assim eu sempre estarei aqui quando você quiser voltar.
Eu vou tentar entender quando você não quiser falar.
E vou te amar quando você desliga o telefone na minha cara.
Porque eu não valho nada!
Eu não tenho vergonha na cara.
Vou continuar esse joguinho de dissimulações e omissões,
Onde a última palavra sempre é tua e eu sempre acabo cedendo.
domingo, 28 de fevereiro de 2010
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Eu tenho que ir...
É o celular que toca, é meu coração que bate mais forte.
Você está lá fora, sentado na calçada ou perto do poste,
Me aguardando, impaciente em seus dois minutos de espera.
O sol, a lua, as estrelas, a chuva, o vento, a rua, os pássaros,
Todos pararam pra ver o minuto mágico em que eu saio,
E o meu olhar cruza com o teu, abrem-se sorrisos sinceros.
Um abraço cheio de saudade, um beijo doce, eu na ponta dos pés.
As minhas mãos no teu pescoço, meu peso sobre teu corpo.
Vizinhos olham, pessoas passam, no meu mundo não há ninguém,
Quando olho nos teus olhos que se fecham, antes fitando em frações de segundo,
A minha boca e a tua, que entreabertas, procuram uma à outra beijar-se,
Amar-se, completar-se, realizar-se, saciar-se, ah quem me dera! Fundir-se.
E depois disso, eu sei, meu mundo vai desmoronar em segundos,
Quando você diz que tem que ir embora. Agora.
Oscilando entre a razão e a fragilidade eu digo que é cedo.
Mas nada que eu diga vai manter você junto de mim nessa hora.
Em que os deveres, os afazeres, os compromissos te chamam.
E você tem que ir pra longe de mim...
Você está lá fora, sentado na calçada ou perto do poste,
Me aguardando, impaciente em seus dois minutos de espera.
O sol, a lua, as estrelas, a chuva, o vento, a rua, os pássaros,
Todos pararam pra ver o minuto mágico em que eu saio,
E o meu olhar cruza com o teu, abrem-se sorrisos sinceros.
Um abraço cheio de saudade, um beijo doce, eu na ponta dos pés.
As minhas mãos no teu pescoço, meu peso sobre teu corpo.
Vizinhos olham, pessoas passam, no meu mundo não há ninguém,
Quando olho nos teus olhos que se fecham, antes fitando em frações de segundo,
A minha boca e a tua, que entreabertas, procuram uma à outra beijar-se,
Amar-se, completar-se, realizar-se, saciar-se, ah quem me dera! Fundir-se.
E depois disso, eu sei, meu mundo vai desmoronar em segundos,
Quando você diz que tem que ir embora. Agora.
Oscilando entre a razão e a fragilidade eu digo que é cedo.
Mas nada que eu diga vai manter você junto de mim nessa hora.
Em que os deveres, os afazeres, os compromissos te chamam.
E você tem que ir pra longe de mim...
Nula
Quem me dera eu vivesse a ditadura
E todos os seus movimentos em favor da liberdade.
Não posso mais viver sem uma causa pra lutar.
Onde estão meus ideais, as minhas verdades?
E todos os seus movimentos em favor da liberdade.
Não posso mais viver sem uma causa pra lutar.
Onde estão meus ideais, as minhas verdades?
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Pode uma vida inteira acontecer em apenas um mês?
Eu vejo as legendas cantarem
Os anos das uniões dos outros
Eles riem, caçoam e zombam
"- Vocês têm apenas um mês."
Eu não sei você, mas pra mim
A vida inteira estivemos juntos
Bom, sendo assim, nesse caso
São incontáveis aniversários.
E ninguém pode nos superar.
Os anos das uniões dos outros
Eles riem, caçoam e zombam
"- Vocês têm apenas um mês."
Eu não sei você, mas pra mim
A vida inteira estivemos juntos
Bom, sendo assim, nesse caso
São incontáveis aniversários.
E ninguém pode nos superar.
Dos erros (que eles sejam esquecidos)
O erros que cometi estão guardados,
Em caixas das quais não posso me desfazer.
Você as guarda, zela delas e as abre constantemente.
São tiros de fuzil em meu coração.
Aqueles erros são meus, eu sei.
Eu aprendi com eles, mudei através deles.
Mas não os aceito, detesto-os sinceramente.
São como tiros, são como flechas.
São como armas, balas, venenos.
A ponte que caiu, o prédio em chamas.
Lembranças tenebrosas a me esbofetear.
Foram meus erros, foram meu fim...
Em caixas das quais não posso me desfazer.
Você as guarda, zela delas e as abre constantemente.
São tiros de fuzil em meu coração.
Aqueles erros são meus, eu sei.
Eu aprendi com eles, mudei através deles.
Mas não os aceito, detesto-os sinceramente.
São como tiros, são como flechas.
São como armas, balas, venenos.
A ponte que caiu, o prédio em chamas.
Lembranças tenebrosas a me esbofetear.
Foram meus erros, foram meu fim...
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Bom dia!
Para que ter um blog se não consigo escrever?
Pra dizer "bom dia" pro vento.
Não quero e nem vou divulgar meu retorno a esse mundo.
Vazio.
Pra dizer "bom dia" pro vento.
Não quero e nem vou divulgar meu retorno a esse mundo.
Vazio.
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